quarta-feira, 8 de junho de 2011

Mokele-mbembe

O Mokele-mbembe é um alegado dinossauro saurópode vivo que habita os pântanos da região Likouala na Republica do Congo. O animal foi alegadamente encontrado por pigmeus locais que deram o nome à criatura, que significa, segundo diferentes fontes, "arco-iris", "aquele que para o curso dos rios" ou "animal monstruoso".

O mokele mbembe é alegadamente do tamanho de um elefante (a presa favorita dos pigmeus locais) com um longo e reptilineo pescoço. A criatura, diz-se, não tem pelos, é avermelhada ou acastanhada, com uma longa cauda. As marcas em terra são de um pé com 3 garras. Mas parece passar a maior parte do tempo na água.

O primeiro registro a respeito de Mokele-mbembe está no livro The History of Loango, Kakonga, and other Kingdoms in Africa, escrito em 1776, pelo abade Lievain Bonaventure Proyart, a respeito de um grupo de missionários que teriam encontrado as marcas das patas de um enorme e desconhecido animal na selva.

Em 1909, Carl Hagenbeck, naturalista, após ouvir de Hans Schomburgh sobre um animal que vive no pântano do Congo, que é metade elefante e metade lagarto, e de Joseph Menges, naturalista, tratar-se de um animal parecido com um dinossauro, semelhante a um brontossauro, formou uma expedição e foi à Africa, mas abortou-a em virtude de doença e a hostilidade do povo.

Emela-ntouka


O emela-ntouka ("mata-elefantes", em lingala), também conhecido como aseka-moke, njago-gunda, ngamba-namae, chipekwe ou irizima, é um animal legendário dos pigmeus da floresta do Congo, principalmente dos pântanos de Likouala, no Congo-Brazaville.

Também há relatos no Camarões e no lago Bangweulu, em Zâmbia. É descrito como um animal semi-aquático do tamanho de um elefante da selva, cinzento ou marrom, com uma cauda pesada que usa para nadar e com a forma geral de um rinoceronte com um grande chifre de marfim branco no nariz, com o qual mata elefantes, búfalos e hipopótamos se for pertubado.

Vive n'água, emite um rugido e se alimenta de plantas folhosas, como o malombo (Landolphia mannii e Landolphia owariensis, trepadeiras de seiva leitosa). É temido pelos pigmeus mais que qualquer outro animal.

Fonte: Fantastipedia.

Chuva Vermelho-Sangue

Entre as precipitações, a anomalia mais comum é a chuva colorida, da qual existem centenas ou talvez milhares de exemplos. As mais drásticas são as "chuvas de sangue".

Em julho de 1841, os escravos de uma plantação no Condado de Wilson, Tennessee, informaram que, pouco antes do meio-dia, uma nuvem vermelha apareceu subitamente no céu limpo, e da nuvem caiu uma chuva de "matéria fibrosa muscular, ensangüentada e adiposa", nas palavras de um médico da região, W.P.Sayle, que a examinou no local. Sayle juntou algumas amostras e escreveu a um professor de química da Universidade de Nashville:

"As partículas que envio, colhi com minhas próprias mãos. O trecho da superfície na qual caíram e a maneira regular com que se dispunham sobre algumas folhas de tabaco quase não deixam dúvidas de terem caído em forma de chuva... Estou enviando o que acho ser uma gota de sangue, sendo que as demais partículas estão compostas de músculo e gordura, embora a chuva apresentasse uma maior proporção de sangue do que de outros materiais."

Como não podemos explicar o fenômeno adequadamente, podemos ao menos nos sentir aliviados porque esses casos se tornam raríssimos depois do século XIX.

Fonte: http://forums.tibiabr.com/showthread.php?t=86751

Chuva de peixes

Pluie de poissons, gravure d'O. Magnus, 1555

Em um dia claro e quente de maio do ano de 1956, peixes vivos precipitaram-se do céu em uma fazenda em Chilatchi, Alabama, EUA. Testemunhas disseram ter visto os peixes caírem de uma certa nuvem que se formou a partir de um movimento espiralado "vindo do nada".

Quando começou a chover sobre uma área de aproximadamente sessenta metros quadrados, então a nuvem estranha perdeu sua tonalidade escura passando a quase-branca e foi aí que peixes de três tipos: bagres, gorazes e percas "despencaram" do céu. Como estavam vivos e se debatendo, podia-se deduzir que eles não estiveram no céu por muito tempo, mas nenhuma das pessoas que os viu foi capaz de explicar aquela tempestade que durou cerca de 15 minutos.

Embora os peixes pertencessem a espécies do local e houvesse um riacho em que pululavam a cerca de três quilômetros dali, não houvera qualquer furacão ou tornado nas últimas semanas, de modo que era difícil imaginar como aqueles peixes teriam sido erguidos ao céu e transportados até onde caíram. Como disse uma testemunha: "Foi a coisa mais estranha que eu já vi".

Chuva de animais

Ilustr. humorística: chuva de cães, gatos e garfos

A chuva de animais é um fenômeno lendário relativamente raro, que sucedeu em algumas cidades ao longo da história. Os animais que costumavam cair do céu eram peixes e sapos, e por vezes pássaros. Em certas ocasiões os animais sobreviviam à queda, principalmente os peixes.

Em muitos casos, no entanto, os animais morriam congelados e caiam completamente encerrados em blocos de gelo. Isto demonstra que foram transportados a grandes altitudes, onde as temperaturas são negativas. A violência deste fenômeno é palpável quando caem apenas pedaços de carne, e não animais inteiros.

Na literatura antiga abundam os testemunhos de chuva de animais, ou de chuvas de diversos objetos, alguns deles orgânicos.

Poder-se-ia remontar ao Antigo Egito se dermos crédito ao papiro egípcio de Alberto Tulli (cuja própria existência é controversa) e do qual se diz que registraria fenômenos estranhos, como o surgimento daquilo que a literatura sobre fenômenos paranormais interpreta como um OVNI. De modo particular, registra-se também a queda de peixes e pássaros do céu.

Na Bíblia narra-se como Josué e o seu exército foram auxiliados por uma chuva de pedras que cai sobre o exército amorita. A Bíblia evoca outras intervenções celestiais deste tipo, como o surgimento de rãs, numa das dez pragas do Egito (Êxodo 8:5,6).

No século IV a.C., o autor grego Ateneu menciona uma chuva de peixes que durou três dias na região de Queronea, no Peloponeso. No século I, o escritor e naturalista Plínio, o Velho descreveu a chuva de pedaços de carne, sangue e outras partes animais como rã. Finalmente, na Idade Média, a freqüência do fenômeno em certas regiões levou as pessoas a crer que os peixes nasciam já adultos nos céus, e de seguida caíam no mar...

Graças à imprensa escrita, na época moderna se produziam muitos testemunhos, proferidos por um número cada vez maior de pessoas, o que lhes aumenta sua plausibilidade. De seguida indicam-se alguns exemplos:

Em 1578, grandes ratos amarelos caíram sobre a cidade norueguesa de Bergen; Segundo um tal John Collinges, uma chuva de sapos fustigou a aldeia inglesa de Acle, em Norfolk. O taverneiro do lugar retirou-os às centenas; Numa cidade do Essex, Inglaterra, aconteceu uma chuva de peixes como salmões, arenques e pescadas. Os peixes foram vendidos pelos comerciantes locais; Em 11 de Julho de 1836, um professor de Cahors enviou uma carta à Academia de Ciências Francesa, que dizia:

"Esta nuvem trovejou sobre o caminho, a umas sessenta toesas de onde estávamos. Dois cavalheiros que vinham de Toulouse, nosso destino, e que estiveram expostos à tormenta, viram-se obrigados a usar os seus abrigos; mas a tormenta os surpreendeu e os assustou, já que se viram vítimas de uma chuva de sapos! Aceleraram a sua marcha e apressaram-se; ao encontrar a diligência contaram-nos o que lhes acabava de acontecer. Vi então que a sacudir seus abrigos diante de nós, caíram pequenos sapos." — fragmento da carta de M. Pontus, professor de Cahors, dirigida a M. Arago.

A 16 de Fevereiro de 1861, a cidade de Singapura sofreu um sismo, seguido de três dias de abundantes chuvas. Após o final das chuvas, nos charcos havia milhares de peixes. Alguns afirmaram tê-los visto cair do céu, embora outros se mostrassem mais reservados ao dar o seu testemunho. Quando as águas se retiraram, se encontraram outros peixes nos charcos que tinham secado, notavelmente em lugares que não tinham sofrido inundações.

A revista Scientific American registra um aguaceiro de serpentes que chegavam às 18 polegadas de comprimento (cerca de 45 cm) em Memphis, em 15 de Janeiro de 1877; Nos Estados Unidos, se registraram mais de quinze eventos de chuvas de animais, apenas no século XIX; Em Junho de 1880 abateu-se uma chuva de codornas sobre Valência;

Em 7 de Setembro de 1953, milhares de rãs caíram do céu sobre Leicester, em Massachusetts, Estados Unidos; Em Birmingham ocorreu uma chuva de sapos em 1954; Em 1968, os diários brasileiros registraram uma chuva de carne e sangue, numa área relativamente grande; Canários mortos caíram na cidade de St. Mary's City em Maryland, Estados Unidos, Janeiro de 1969. Segundo o diário Washington Post de 26 de Janeiro desse ano, o vôo dos canários interrompeu-se subitamente, como se tivesse acontecido uma explosão, que ninguém viu nem escutou; Em 1978, choveram caranguejos na Nova Gales do Sul, na Austrália.

Em 2002, choveram peixes numa aldeia nas montanhas do interior da Grécia. O diário Le Monde escreveu: "Atenas não é sempre bela, e menos ainda o são as montanhas no norte de Grécia. Mas as tormentas têm às vezes o bom gosto de ajudar a sorrir e a sonhar. Na terça-feira choveram centenas de pequenos peixes na aldeia de Korona, nas altas montanhas" — Georges, Pierre. Poissons volent. Le Monde, 13 de Dezembro de 2002;

Em 2007, choveram pequenas rãs em El Rebolledo (província de Alicante, Espanha; Em 2010, choveram pequenos peixes brancos, muitos deles ainda vivos, em Lajamanu, localidade de 669 habitantes, no norte da Austrália; Na noite de passagem de ano de 2010 para 2011, mais de três mil aves da espécie tordo-sargento caíram mortas em Beebe, no Arkansas, possivelmente devido ao pânico que o fogo-de-artifício causou nos animais.

Explicação científica

Um tornado pode ser o responsável pela captura de animais e a posterior queda a grandes distâncias do seu lugar de origem.

Contrariamente à generalidade dos seus colegas contemporâneos, o físico francês André-Marie Ampère considerou que os testemunhos de chuva de animais eram verdadeiros. Ampère tentou explicar as chuvas de sapos com uma hipótese que depois foi aceita e refinada pelos cientistas. Perante a Sociedade de Ciências Naturais, Ampère afirmou que em certas épocas os sapos e as rãs vagabundeiam pelos campos em grande número, e que a ação dos ventos violentos pode capturá-los e dispersá-los a grandes distâncias.

Mais recentemente, surgiu uma explicação científica do fenômeno, que envolve trombas marinhas. Os ventos que se acumulam são capazes de capturar objetos e animais, graças a uma combinação de depressão na tromba, e da força exercida pelos ventos dirigidos no seu sentido.

Em conseqüência, estas trombas, ou mesmo tornados, poderão transportar animais a alturas relativamente grandes, percorrendo grandes distâncias. Os ventos são capazes de recolher animais presentes numa área relativamente extensa, e deixam-nos cair, em massa e de maneira concentrada, sobre pontos localizados.

Mais especificamente, alguns tornados e trombas poderiam secar completamente um pequeno lago, para deixar cair mais longe a água e a fauna contida nesta, na forma de chuva de animais.

Esta hipótese aparece reafirmada pela natureza dos animais destas chuvas: pequenos e leves, geralmente surgidos do meio aquático, como batráquios e peixes. Também é significativo o fato de que, com freqüência, a chuva de animais seja precedida por uma tempestade. No entanto, há alguns pormenores que não puderam ser explicados. Por exemplo, que os animais por vezes estejam vivos mesmo depois da queda, e alguns em perfeito estado. Outro aspecto é o de que normalmente cada chuva de animais se manifeste com uma só espécie de cada vez, quase nunca as misturando nem incluindo algas ou outras plantas. Como nota William R. Corliss: “o mecanismo de transporte, qualquer que seja a sua natureza, prefere selecionar uma só espécie de peixe ou rã, ou aquele animal que esteja no menu do dia.”

Em alguns casos, certas explicações científicas negam a existência de chuvas de peixes. Por exemplo, no caso da chuva de peixes em Singapura de 1861, o naturalista francês Francis de Laporte de Castelnau explica que o aguaceiro ocorreu durante uma migração de peixes-gato, e que estes animais são capazes de se arrastar sobre a terra, para ir de um charco a outro; como as enguias, que podem percorrer vários quilômetros nos prados úmidos, ou os lúcios que vão reproduzir-se nos campos inundados. Além disso, explica que o fato de ter visto os peixes no solo imediatamente após a chuva não é mais que uma coincidência, já que normalmente estes animais se deslocam sobre o solo úmido rastejando, depois de uma chuvarada ou de uma inundação.

Explicações Leigas

Rãs e sapos se deslocam pulando, em meio a um tornado esse comportamento pode tornar mais fácil a "captura" destes animais pelos fortes ventos, o que não ocorreria, por exemplo, com mamíferos que se escondem das tempestades em tocas. Quanto ao fato das chuvas serem sempre restritas a uma determinada espécie de animal e de não ser acompanhada pela queda de outros organismos aquáticos, dois fatores devem ser levados em consideração. O primeiro que muitas espécies de uma mesma família taxonômica (ranidae por exemplo) competem entre si, não habitando uma mesma área, onde porventura ocorreria a captura. O segundo que animais de espécies muito diferentes teriam densidades e aerodinâmicas também muito diferentes o que faria com que, caso fossem capturadas juntas por fortes ventos ou trombas d’água, seria grande a possibilidade de que caíssem sobre a terra em pontos diferentes.

Explicações antigas

Desde há muito tempo, a ciência tem descartado muitas das explicações que são dadas; são consideradas exageradas, pouco viáveis ou não comprováveis. Em 1859, um testemunho de uma chuva de peixes na aldeia de Mountain Ash, em Gales,[20] enviou uma espécie ao Jardim Zoológico de Londres. J. E. Gray, diretor do Museu Britânico, declarou que "a luz dos fatos, o mais provável é que se trate de uma partida: um dos empregados de Mr. Nixon lhe esvaziou em cima um balde cheio de peixes, e este último pensou que caíam do céu".

Logicamente, as chuvas de animais estiveram sem explicação científica durante muito tempo, enquanto se desenvolviam hipóteses que iam desde as tentativas lógicas de explicar o fenômeno, até as mais absurdas. No século IV a.C., o filósofo grego Teofrasto negou a existência de chuvas de sapos, explicando simplesmente que os sapos não caem durante a chuva, mas esta última os faz sair da terra. No século XVI, Reginald Scot aventurou-se a dar uma hipótese. Segundo ele, "é certo que algumas criaturas são geradas de maneira espontânea, e não necessitam de pais. Por exemplo, (....) estas rãs não vinham de nenhuma parte, foram transportadas pela chuva. Estas criaturas nascem dos aguaceiros....". No século XIX pensava-se que a evaporação da água levava os ovos de rã para as nuvens, onde eclodiam e caíam à terra num aguaceiro.

Explicações contemporâneas alternativas

Entre as explicações não científicas do fenômeno, se encontram as interpretações sobrenaturais. Ainda assim persistem as que alegam intervenções de seres extraterrestres. Nas hipóteses sobrenaturais, que podem ser de natureza religiosa, dependendo do tipo de objeto ou animal que cai na terra, o fenômeno é perceptível e seria um castigo, como o caso das pedras que caíram sobre o exército amorita no Antigo Testamento, ou como um sinal providencial de bondade divina, quando se trata de animais comestíveis.

Algumas das hipóteses, impossíveis de provar, são sobre a intervenção de entes extraterrestres, e descrevem estes visitantes reconhecendo grandes quantidades de animais como lastro, para depois os deixar cair antes de abandonar o nosso planeta. As chuvas de sangue e carne estariam vinculadas a uma seleção feita pelos visitantes, para aligeirar os seus armazéns.

Igualmente esotéricas, há hipóteses baseadas na existência de várias dimensões e planos espaços-temporais. Estas hipóteses aceitam a priori a possibilidade do tele transporte, para tentar explicar o porquê dos animais se encontrarem ali onde não deveriam estar. O jornalista Charles Hoy Fort propôs algumas destas hipóteses. Segundo Fort, existiu no passado uma força capaz de transportar os objetos de modo instantâneo, que já não se manifesta senão em ações desordenadas, como as chuvas de peixes. Outra hipótese com força tem por base a suposta existência de um "mar superior dos Sargaços", uma espécie de reservatório celestial que aspira e esculpe os objetos terrestres.

Fonte: Wikipedia.

Mother Shipton

Ursula Sonhteil, mais conhecida como Mother Shipton, viveu de 1488 a 1561. Portadora de uma deformidade física, a jovem Ursula aprendeu a ler e a escrever com notável facilidade. Mas foi como profetisa que ganhou notável popularidade. Ela antecipou a morte de reis, a criação do automóvel, do submarino e do telefone.

Quanto à criação do automóvel profetizou:

"Carrugens sem cavalos trafegarão, e os acidente de angústia o mundo encherão."

Quanto ao advento do submarino e de navios de ferro:

"O homem sobre e sob as águas caminhará. O ferro na água flutuará."

Previu também o uso da televisão e do telefone por satélites:

"Por todo o mundo voarão os pensamentos com a rapidez de uns poucos momentos."

Ela também falou sobre a futura derrota da Invencível Armada espanhola em 1588:

"E os cavalos de madeira do monarca ocidental serão destruídos pelas forças de Drake, afinal."

Mother Shipton previu ainda, com exatidão, o dia e a hora de sua morte, com alguns anos de antecedência.

Fonte: http://www.assustador.com.br/relatos/profetisa.htm

Chuva de carne

Virginia, Condado de Hannover, ano de 1850. Na Sexta-feira da Paixão, ocorreu algo inconcebível: choveu carne, literalmente. Charles H. Clarke, proprietário de terras naquela época, e alguns criados do seu amigo, o médico G. W. Basset - autor da carta, endereçada a um colega, pela qual viria se tornar público este relato -, presenciaram, às 16h, quando uma pequena nuvem fez chover "vários pedaços de carne e de fígado", conforme a carta de Basset.

Todos os pedaços caíram apenas numa área menor que 4 ha, e eram tão bem formados, que não havia como não conseguir identificá-los. Segundo Clarke - "cavalheiro de inteligência e afirmada credibilidade", de acordo com o médico - , a nuvem deslocava-se do nordeste para o sudoeste. E os pedaços colhidos nos pontos mais distantes, acompanhando uma linha nordeste / sudoeste, estavam separados 25 passos de outro.

Depois de alguns dias, Basset foi à fazenda Farmington, onde ocorreu o fenômeno, para averiguar aquilo que o amigo lhe contara. Chegando lá, colheu por volta de 180g dos pedaços, sendo que somente um deles pesava por volta de 30 gramas.

Acompanhado de uma outra testemunha, um tal de "sr. Brown" (a carta não precisa quem era essa pessoa), Basset, contando com a ajuda dos seus criados, recolheu de 15 a 20 peças, para uma análise posterior.

Não é sabido o que ocorreu com as amostras, pois na carta, Basset diz que enviaria uma parte a um colega seu, a quem chama de dr. Gibson (a carta não também não informa quem era essa pessoa), e que deixara uma parte da carne e do fígado conservados em álcool "para futura inspeção dos curiosos".

Há vários casos semelhantes a este no mundo todo -- inclusive um no Brasil, em 30 de agosto de 1968 na cidade de São Paulo -- ocorridos no século XIX (excetuando-se, claro, o brasileiro). Eles foram publicados em dezenas de jornais e revistas científicas daquela época, e em muitos casos, como este, as testemunhas eram pessoas dotadas de boa cultura.

Fonte: http://www.sitedecuriosidades.com/impressao.php?id=chuva_de_carne.html

Mistério de Rendlesham


Na manhã de 27 de dezembro de 1980, patrulheiros que faziam a segurança da base americana de Woodbridge, na Inglaterra, notaram luzes estranhas vindas do lado de fora. 

A princípio, os patrulheiros imaginariam que as luzes seriam de algum avião que teria caído na floresta de Rendlesham. Três patrulheiros foram investigar, após pedir permissão aos seus superiores.

Chegando à floresta, os patrulheiros viram um objeto brilhante, de formato triangular, que possuía uma aparência metálica, e iluminava toda a floresta com uma forte luz branca.

De acordo com o tenente-coronel Charles I. Halt, a suposta nave tinha uma luz vermelha que piscava na parte superior e um conjunto de luzes azuis na parte inferior, estando ou apoiado sobre pernas ou mesmo pairando sobre o solo. O objeto estava localizado a aproximadamente 2 ou 3 metros da base e a 2 metros de altura.

Ao se aproximarem do objeto, ele manobrou por entre as árvores e desapareceu em seguida, deixando os animais de uma fazenda da redondeza bastante agitados. Esse objeto ainda seria visto uma hora depois, perto do portão da base.

No dia posterior, o local onde fora encontrado o objeto foi examinado. Três depressões de 4 centímetros de profundidade e 18 de diâmetro foram encontradas. À noite, mediu-se o nível de radiação do local. E justamente nas três depressões o índice beta/gama era mais acentuado.

Naquela mesma noite, viu-se uma forte luz vermelha por entre as árvores. Ela se movia e pulsava. Em um dado momento, soltou partículas brilhantes e dividiu-se em cinco objetos brancos separados, desaparecendo em seguida. No céu, foram notados três objetos, dois ao norte e um ao sul. Os quais moviam-se rapidamente, em manobras súbitas e angulares, exibindo luzes vermelhas, azuis e verdes.

A cópia da declaração de Halt, junto de uma gravação feita por ele, foi obtida através do Freedom of Information Act. As autoridades dos dois países negaram-se a falar sobre o caso.


Fonte: http://aventureirododesconhecido.blogspot.com/2010/07/floresta-rendlesham.html

Momo, o monstro do Missouri


A primeira vez que se ouviu falar do Momo data de julho de 1971. Duas mulheres faziam um piquenique num bosque da cidade de Louisiana, quando viram um "meio-macaco, meio-homem", que exalava um cheiro terrível. A criatura saiu de um matagal e aproximou-se delas, emitindo um "leve ruído de gargarejo".

As duas mulheres correram dali, se dirigindo ao carro. A criatura comeu os alimentos do piquenique e voltou ao mato. As duas registraram queixa na delegacia daquela cidade, mas só tornaram o fato público em 1972, depois que casos semelhantes foram declarados por outras pessoas.

Naquele ano, 1972, três crianças brincavam quando viram um animal em pé, ao lado de uma árvore. De acordo com as crianças, a criatura possuía de 1,80 a 2,10 metros de altura e possuía uma densa pelagem negra; carregava debaixo do braço um cachorro morto.

Edgar Harrison, pai das três crianças, viu, três dias depois, uma bola de fogo pousar atrás de um colégio, localizado do outro lado de sua rua. Cinco minutos depois, viu outra bola de fogo cruzar o céu, escutando em seguida um grunhido forte, provindo da colina Marzolf - situada na redondeza da escola -, que parecia descer sobre os observadores, embora nada estivesse visível.

Algumas horas depois, Harrison e alguns amigos decidiram verificar, deslocando-se à escola. Ao passarem por um prédio antigo, sentiram um mau-cheiro, embora nada encontrassem.

Por mais duas semanas, várias pessoas disseram ter visto o Momo. Algumas delas ouviram vozes fantasmagóricas. Uma das vozes dizia "afastem-se da floresta" e outra pedia uma xícara de café.

A criatura recebeu o nome Momo por conta da abreviação americana de Missouri - Estado onde houve as aparições -: "MO", e as duas letras iniciais de "monster" - monstro, em português.

Fonte: http://www.assustador.com.br/relatos/monstro.htm

Ghoul


O ghoul é um monstro folclórico associado com cemitérios e que consome carne humana, comumente classificado como morto-vivo. Na mitologia árabe, sua origem, é um monstro canibal que habita debaixo da terra e outros lugares desabitados.

O nome de origem da criatura é الغول (ghūl), significando demônio. O ghoul é uma espécie de gênio diabólico árabe (gênio=djinn) que muda de forma. Geralmente é traduzido para o português como carniçal.

Da língua árabe, o termo الغول, "al-ghūl", significa "o ghoul" e seu nome feminino é "ghouleh", enquanto o plural é "ghilan". Ghoul então é o nome de um demônio habitante de desertos que assalta túmulos, bebe sangue, rouba moedas, come cadáveres e que assume a forma de sua última presa. A estrela Algol tem seu nome originário da criatura.

Na mitologia iraniana, ghouls são bestas parecidas com os humanos, apenas maiores e mais ameaçadoras, mas não necessariamente más. Muitos falantes da língua farsi se referem a ghuls como sendo pessoas altas (não sendo necessariamente um insulto).

Há referência a esta criatura mitológica na clássica obra da literatura árabe, "As Mil e Uma Noites", da qual se retira a seguinte passagem: "Não ignorais que as goules de um e de outro sexo são demônios errantes. Vivem geralmente nas ruínas, de onde se lançam de repente sobre os transeuntes, a quem matam e cuja carne devoram. Quando estes faltam, vão de noite aos cemitérios para alimentar-se da carne dos mortos" [GALLAND, Antoine. As Mil e Uma Noites. Trad. Alberto Diniz. v. 2, Ediouro, 2002, p. 377].

Nos contos de H. P. Lovecraft se tem uma ótima retratação desses seres, tem feições caninas, pele escamosa e pelos em algumas partes do corpo, costumam andar em grupos organizados e não são seres totalmente maus, já que podem fazer amizade com humanos e até ajuda-los. Geralmente os humanos que tem amizade com eles costumam se transformar em Ghouls naturalmente.

Na novela de Bram Stoker Drácula, o personagem Reinfield, que foi hipnotizado pelo vampiro para ser seu servo é muitas vezes descrito como tendo características de um ghoul.

No livro Os ritos do Dragão de Greg Stolze, Drácula refere se a si como ghoul, pois é assim que os muçulmanos chamam as criaturas como ele.

Fonte : Wikipedia.

Ainda Existem Dinossauros?


Guiados por nativos, Ivan T. Sanderson, biólogo, e W. M. Russel, colecionador de animais, navegavam, em barcos separados, pela margem rochosa do Poço Mamfe, parte do rio Mainyu, oeste da República dos Camarões. O ano era 1932; a experiência, inesquecível e aterrorizante.

Num determinado instante daquela travessia, ouviram roncos ensurdecedores, como se houvesse animais brigando dentro de uma daquelas muitas grutas da região.

As fortes correntes, quase sempre em rodamoinho, arrastaram os dois barcos à entrada de uma gruta. Lá, "outro ronco gargantuesco, que parecia um gargarejo", segundo o relato de Sanderson, foi ouvido, acompanhado da visão de algo preto-lustroso.

A cabeça daquilo assemelhava-se à de uma foca, sendo mais achatada de cima para baixo. Conforme Anderson, "era do tamanho de um hipopótamo adulto... quer dizer a cabeça".

Rapidamente, Sanderson e Russell fugiram dali, e rio acima puderam ver grandes pegadas impressas no solo, que não foram feitas por hipopótamos, pois estes já não mais existiam naquela região; de acordo com os nativos, foram todos mortos pelos "m'kuoo m'bemboo" (livre tradução fonética feita por Sanderson), a criatura vista pelos viajantes.

Sanderson é um conhecido biólogo, especialista em criptozoologia (ramo da zoologia que estuda animais extintos e/ou desconhecidos), autor de vários livros sobre casos deste tipo.

Existem inúmeros relatos sobre aparições de dinossauros depois de sua "completa" extinção: citações na Bíblia, informações provindas de várias partes do mundo; supostos indícios, como a crença no antigo Oriente de que os dragões eram animais reais, pois em várias culturas estavam descritos ao lado de animais conhecidos, existem .

Fato é que se a hipótese mais aceita acerca da extinção dos dinossauros estiver correta  - o choque de um gigantesco meteoro contra a Terra -, haveria possibilidade de ainda existir dinossauros na África, muito tempo depois da "grande explosão", porque certas regiões daquele continente permanecem inalteradas física e climaticamente desde a época pré-histórica, pois não foram afetadas pelos efeitos da colisão.

Fonte: http://www.assustador.com.br/relatos/dinossauros.htm

Fera de Exmoor

A carcaça dada numa praia no norte de Devon deixou muita gente especulando se é a da fera de Exmoor.
 O nome "Fera de Exmoor" foi cunhado na primavera de 1983, quando um animal predador matou uma ovelha pertencente a Eric Ley, de South Molton, Devonshire, Inglaterra. Nos dois meses e meio seguintes, Ley perdeu 100 ovelhas. O agressor não atacou a presa na parte traseira, como fariam o cachorro e a raposa, e sim no pescoço, rasgando-o.

As aparições da "Fera" remontam no mínimo ao início da década de 1970, mas só atraíram a atenção do público por ocasião das mortes ocorridas na fazenda de Ley.

No início de maio, os Fuzileiros Reais Britânicos foram à região, e o Daily Express, jornal londrino ofereceu uma recompensa de mil libras, em dinheiro, pela captura ou morte do animal. Os atiradores de elite esconderam-se nas colinas e alguns dizem mesmo ter visto um "gato enorme, negro e forte", mas não conseguiram dar um único tiro preciso.

A fera ou as feras, na maioria, permaneceram deitadas, mas assim que os soldados foram embora, os ataques recomeçaram. Para complicar, há o fato de que felinos gigantes têm sido vistos por todas as Ilhas Britânicas.

Oficialmente, o único felino não-doméstico reconhecido é o Felis silvestris grampia, um pequeno gato selvagem que vive nas regiões encarpadas do norte da Inglaterra e Escócia.

Fonte: http://www.forumfantastik.net/forum/threads/91068-Fera-de-Exmoor

Fera do Gévaudan

A Fera de Gévaudan, em gravura contemporânea. A legenda diz: "Desenho do monstro que aflige Gévaudan. Esta fera é do tamanho de um novilho. Prefere atacar mulheres e crianças. Bebe seu sangue, as decapita e as carrega para longe. Promete-se 2700 francos a quem matar esse animal."
 Entre os anos 1764 e 1767, um animal matou pelo menos 64 pessoas no sul da França (63 mulheres e crianças e só um homem adulto) e atacou um total de mais de 150, nas regiões de Gévaudan e Vivarais, na província do Languedoc. Ficou conhecido como “La Bête de Gévaudan” (A Fera de Gévaudan).

Para os naturalistas da época, não seria mais que um lobo, ainda que incomumente grande e feroz. Muitos camponeses, porém, julgaram que se tratava de um lobisomem. Houve quem especulasse que se tratava de uma fera africana que de alguma maneira havia chegado ao sul da França, mas hoje tende-se a acreditar que se tratava de um ou dois híbridos de cão e lobo.

Só em 1764, 74 lobos foram mortos na tentativa de destruir a Fera. Em 1765, foi abatido um grande animal que foi identificado como a “Fera”. Pesava 64 kg, tinha 87 cm de altura e 183 cm de comprimento total.

Mas não era o verdadeiro assassino, ou pelo menos não o único: as mortes continuaram até que em 1767 foi morto um segundo animal, que pesava 58 kg. O camponês que o abateu usou uma bala de prata benzida por um padre - trata-se do primeiro registro histórico comprovado da crença de que esse metal seria necessário para matar um lobisomem.

Houve boatos de que este seria uma hiena, mas a mordida, tal como foi desenhada na época, parece mais a de um canídeo.


Caçadores experientes, um cirurgião e o biólogo Buffon, que chegou a examinar a segunda carcaça, não duvidaram de que ambos eram lobos, ainda que com características estranhas. Os focinhos pareciam longos demais (mandíbula de 45 cm, medida pelas mordidas) e a cauda (22 cm na segunda Fera) muito curta para um verdadeiro lobo. Os padrões de cores também eram atípicos: o primeiro tinha a garganta branca, o segundo era avermelhado.

O comportamento era ainda mais atípico, pois não há notícias de outros lobos não-raivosos que atacassem sistematicamente seres humanos e era evidente que esses animais não eram hidrófobos, tanto pelo tempo que viveram, quanto pelo fato de que devoravam suas vítimas. Parece provável que ambas as Feras, ou pelo menos a segunda, fossem híbridos de lobos com grandes cães domésticos.

O caso inspirou várias obras de ficção, inclusive o filme O Pacto dos Lobos


Fonte: http://pt.fantasia.wikia.com/wiki/Fera_de_Gévaudan
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