quarta-feira, 13 de julho de 2011

O monolito de Baalbek

Nas proximidades da cidade libanesa de Baalbek, há 85 quilômetros de Beirute, em uma região conhecida, antigamente, pelos gregos e romanos como Heliópolis ou a "Cidade do Sol", é atualmente o local que reune as ruínas mais preservadas da arquitetura romana.

Nesse local os engenheiros romanos, construíram uma espetacular obra de arquitetura, que compõe um complexo de templos, onde o mais famoso e imponente é o Templo de Júpiter, com 54 colunas de tamanho descomunal. Abaixo do templo uma fundação enorme conhecida como "Terraço Grande", com 1.500.000 metros quadrados de pedra, cortadas precisamente.

Apesar de não ter sido utilizado nenhuma 'massa', para unir as pedras, o templo que tem aproximadamente 2000 anos ainda mantém a sua estrutura.

O segredo da estabilidade notável do 'terraço', pode ser compreendida se analisarmos uma de suas paredes de retenção, que contém 3 blocos de pedra, com 600 toneladas cada um. Se fossem colocados eretos, seriam tão altos quanto um edifício de 5 andares.

Esse trio de pedras é conhecido como Trilithon, e é um dos mistérios mais velhos do mundo. Não se pode explicar como os construtores de Baalbek conseguiram mover essas lages monstruosas, da pedreira até o templo, pois a distância entre os dois pontos é de aproximadamente 1,5 quilômetros.

Mesmo nos dias de hoje com toda a tecnologia, não seria possível mover essas pedras.

O mistério se complica mais, porque foi encontrada na pedreira, uma quarta pedra praticamente pronta para o transporte, com 1.100 toneladas e 26 metros de comprimento. Esse 'monolito' é a maior pedra esculpida da face da terra.

Para movê-lo alguns centímetos seria necessário mais de 16.000 trabalhadores, puxando a pedra simultaneamente.

As hipóteses para o tentar explicar o mistério de como foram movimentadas essas enormes pedras se baseia em algum conhecimento antigo desconhecido ou força extraterrestre.

Fonte: http://chavemagica.tripod.com/misterios/misterio11.htm

Tridente de Paracas

O "tridente" é uma figura misteriosa com 183 metros de comprimento, e está traçada sobre a duna ocre e salitrosa, onde seus sulcos tem aproximadamente 1 metro de profundidade. Está situada na ponta Pejerreyy, na península de Paracas, ao norte da planície de Nazca. O eixo principal da figura está apontando para o Norte, mas existem muitas especulações sobre para onde o tridente aponta, o que mantém o símbolo de Paracas ainda envolto em mistério.

Quanto à antiguidade, os pesquisadores encontram-se totalmente desorientados, pois é muito difícil avaliá-la. Um dos pontos em comum com a região das Linhas de Nazca, é a secura do lugar, o que permitiu preservação digna de nota da figura. 

A atmosfera salitrada agiu como um aglutinante, comprimindo e endurecendo a areia que contorna o "tridente". Os fortes ventos reinantes enchem e esvaziam os "braços", embora, ao que se saiba, até hoje não tenham sido capazes de apagá-los.

Quando o pesquisador escava no interior desses "braços", surge outra surpresa. A dez ou quinze centímetros, dependendo dos lugares examinados, a areia desaparece, dando lugar a uma crosta branco-amarelada; de natureza cristalina, muito comum em toda a península de Paracas. Esta sedimentação natural, além de sua ofuscante luminosidade, apresenta uma superfície espantosamente lisa. A dedução é inevitável: Há centenas ou talvez milhares de anos, o "tridente" de Paracas podia oferecer uma lâmina e colorido infinitamente mais atraentes do que na atualidade. Se hoje em dia ele é visto do mar ou do ar como um todo avermelhado-amarelento, no passado essa imagem certamente faiscaria ao sol como um "tridente" de prata.


Entretanto, qual é a sua finalidade? Como no caso das Linhas de Nazca, são tão múltiplas as teses como variadas as tendências. No entanto, todas elas, direta ou indiretamente, coincidem no único fato aparentemente claro: tanto por sua localização como por suas proporções, a figura parece ter sido concebida para uma observação a distância.

Alguns dizem que poderíamos estar diante de um gigantesco "farol", capaz de contribuir para melhorar a navegação, já que com o tempo limpo, o "tridente" é visível a 20 quilômetros da costa.

Nas manifestações artísticas dos "nazcas", o "tridente" ou "cacto tridente" é relativamente constante, mas sem registros da sua eventual finalidade.

Por que teria sido construido de modo e maneira a ser visto apenas do ar ou do oceano?

Fonte: Meus Enigmas Favoritos - Autor: J.J.Benitez.

A virgem de Guadalupe

O mistério se inicia em 1531, quando um camponês da aldeia de Cuautitlán, seguia a pé em direção à capital mexicana, quando no topo da montanha Tepeyacac, apareceu-lhe uma jovem de vestes luminosas, que em todas as suas quatro aparições, pedia a Juan Diego, o camponês, que comunicasse ao bispo frei Juan de Zumárraga para que edificasse naquele local um templo em sua honra.

O bispo, não acreditou em Juan, e pediu algo que comprovasse a sua história. Seguindo orientações da santa, Juan colheu algumas rosas no topo de uma colina, e as ocultou sob seu casaco. 

Na presença do bispo e de outras testemunhas, ao abrir o casaco, deixou cair as de rosas "de Castela". Todos ficaram perplexos, primeiro porque no inverno seria impossível que essas rosas florescessem, e segundo, e talvez o maior fenômeno, foi a formação súbita e misteriosa de um desenho, no tosco agasalho do camponês. Tratava-se de uma "pintura", representando a Virgem e que segundo dizem: "não era obra de pincéis e nem de mão humanas".

Desde essa data a imagem tem sido venerada por centenas de pessoas, e hoje está exposta sobre o altar, em uma basílica com o seu nome. Mas esse fato foi apenas o início do mistério.

As verduras gigantes

Prosseguindo com os mistérios do Vale de Santiago não poderia deixar de lembrar da região do Outeiro, que está localizada há 10 quilômetros dos sete vulcões. Por volta dos anos 70, José Carmen García Hernández e Óscar Arredondo Ramírez, impressionaram não somente o México, mas o mundo, com verduras e legumes com tamanhos nunca antes vistos. Imaginem um repolho com 43 quilos, um aipo com 1 metro de altura, pés de milho com 4 metros, folhas de acelga medindo 1,85 m, e outros legumes e flores gigantes que impressionam.

A notícia teve repercussão mundial, e como não poderia deixar de ser, os 'peritos' após verem com seus próprios olhos, esse fenômeno inexplicável, decidiram lançar um desafio, para poderem acompanhar e talvez descobrir o mistério utilizado pelos camponeses.

Os camponeses de Santiago e os engenheiros agrônomos do governo confrontaram suas habilidades em uma região chamada Tampico. Uns semearam seguindo os métodos tradicionais e os outros seguindo seus métodos secretos. Depois de algum tempo, o resultado foi assombroso, pois enquanto os primeiros conseguiram uma produção de 8 toneladas por hectare, os camponeses ultrapassaram as 100 toneladas.

Descobriu-se que essas criações gigantes tem menos sabor que as normais, e que o resultado parece ter sua eficácia apenas no Valle de Santiago, pois foram feitos experimentos em outras regiões e o resultado não foi satisfatório.

A notícia desses gigantes da natureza, não agradou as multinacionais, pois esse tipo de cultivo, dispensava fertilizantes e pesticidas e se desenvolvia em condições de normais de irrigação. Depois de muita pressão os camponeses foram obrigados a abandonar suas experiências e suas terras. Contudo, ninguém conseguiu 'arrancar' de nenhum deles o segredo do cultivo.

Os habitantes comentam que a técnica está baseada na arte da Astrologia e foi passada aos habitantes do Vale das Sete Luminárias, como é chamado o Vale de Santiago, por seres 'não-humanos'.

Pode parecer muito difícil de acreditar, mas os vegetais fisicamente existem, e se não foi por algum conhecimento de forças ou energias desconhecidas para nós, que tal tentarmos fazer um repolho gigante, utilizando os conhecimentos científicos que temos hoje ??

Fonte bibliográfica: Meus enigmas favoritos - Autor: J.J.Benitez

O Vale de Santiago

No estado de Guanajuato no México, está localizado o Vale de Santiago, uma região que oculta muitos mistérios, que desafiam os tempos. Antes da chegada dos espanhóis, essa região era conhecida como 'Camémbaro' que significa "País das Sete Luminárias", pois existem 7 vulcões inativos que antigamente, no período de sua atividade, deviam ser como grandes tochas.

Nas crateras dos vulcões se formaram grandes lagos, cor de turquesa, que com o passar dos anos foram acumulando muitos relatos que se mostraram ser muito mais do que lendas.

No século XX, quando se sobrevoava e fotografava a região do Vale de Santiago, as imagens revelaram algo muito interessante, a disposição dos vulcões coincidia exatamente à posição das estrelas que compõe a constelação da Ursa Maior.

Rodas de luz

Em 15 de maio de 1879, numa noite clara, o Capitão da H.M.S. Vulture registrou um fenômeno extraordinário observado no Golfo Pérsico: "Notei ondas ou pulsações luminosas na água, movendo-se a grande velocidade e passando por baixo do navio de sul para sudoeste. 

Olhando para o leste, o aspecto era de uma roda giratória cujo centro estava naquela direção e cujos raios estavam iluminados; olhando para o oeste, uma roda semelhante parecia girar, mas na direção oposta.

Fui então ao topo da mezena ( 4,5 m acima da água ) com o primeiro tenente e vi que as ondas ou pulsações luminosas na verdade moviam-se paralelas, e o movimento aparentemente giratório, visto no convés, era causado pela alta velocidade e pelo maior movimento angular da parte mais próxima em relação à parte mais distante das ondas. A luz das ondas parecia homogênea, e mais clara, mas não tão cintilante quanto o são as aparições fosforescentes no mar, e ia da superfície da água até bem fundo; as ondas quando passavam iluminavam o fundo branco dos navios-despensas. Estimei que tivessem 7,5m de largura, com intervalos escuros de uns 22,5 m entre elas..."

Esses fenômenos estranhos ainda são vistos até hoje, principalmente, mas não só, no Oceano Índico. Mais de cem aparições dessas, todas bem atestadas, foram registradas no último século e meio. Como os cientistas não deram atenção a elas, foram forçados a reconhecer que esses fenômenos parecem desafiar toda explicação.

Fontes: CORLISS, William R.,Ed. Strange Phenomena: A Sourcebook of Unusual Natural Phenomena. Glen Arm,MD,1974; HALL, Richard. Aerial Anomalies at Sea. INFO Journal, maio 1975.

Nova versão de 'The Evil Dead'


A refilmagem do clássico de horror "The Evil Dead" ("A Morte do Demônio" por aqui), primeiro longa-metragem de Sam Raimi, foi confirmada nesta quarta-feira pelo site especializado (olha o nome) Bloddy-Disgusting.com. O remake foi confirmado no início da semana por Bruce Campbell, estrela dos filmes originais e espécia de ator-de-estimação de Raimi - ele sempre faz alguma ponta nos filmes do diretor. Em seu Twitter, Campbell disse: "Acredita no remake dawg! O projeto é real. Sendo feito. Muito legal. muito assustador!"

Raimi vai produzir a nova versão, que será dirigida por Federico Alvarez, um diretor uruguaio que ficou conhecido ao produzir um curta-metragem de ficção científica no qual Montevideo é destruído por uma invasão de naves e robôs alienígenas. O curta, "Ataque de pánico", pode ser conferido neste link .

Ainda não se tem notícia sobre o elenco, mas espera-se que Campbell tenha algum papel. O longa deve ser filmado com baixo orçamento, antes de Raimi se envolver com a produção de "Oz: The Great and Powerful".

"Evil Dead", de 1982, deu origem a uma série de filmes de terror com um pé na comédia que sedimentou a carreira de Raimi. As duas sequências, "Uma noite alucinante" e "Uma noite alucinante 2", foram lançadas em 1987 e 1992. Durante a década de 1990 o diretor tentou destruir sua carreira com fracassos como "Rápida e mortal" e "Por amor", mas no início do novo milênio deu a volta por cima com a trilogia do Homem-Aranha, seus filmes de maior sucesso até hoje.

Fonte: O Globo, de 13/7/2011.

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