terça-feira, 2 de outubro de 2012

O pára-raios humano

Roy Sullivan, o para-raios humano
Roy Cleveland Sullivan, guarda-florestal aposentado de Waynesboro, Virgínia, era conhecido como o "Para-Raios Humano", porque já havia sido atingido por raios sete vezes durante sua carreira de 36 anos.

A primeira vez, em 1942, provocou a perda de um dedão do pé. Vinte e sete anos mais tarde, um segundo raio queimou suas sobrancelhas. No ano seguinte, em 1970, um terceiro raio queimou seu ombro esquerdo.

Depois que os cabelos de Sullivan pegaram fogo como decorrência de um quarto raio, em 1972, ele começou a levar um balde com água no carro.

No dia 7 de agosto de 1973, estava dirigindo, quando um raio saiu de uma pequena nuvem, atingiu-lhe a cabeça enchapelada e queimou seus cabelos novamente, jogando-o a 3 metros de distância do carro, atravessou as duas pernas e arrancou-lhe os sapatos. Apavorado, Sullivan despejou o balde de água na cabeça, para esfriá-la.

Sullivan foi vítima pela sexta vez no dia 5 de junho de 1976, ferindo o tornozelo. O sétimo raio alcançou-o no dia 25 de junho de 1977, enquanto ele estava pescando. Nessa ocasião, precisou ser hospitalizado com queimaduras graves no estômago e no tórax.

Embora jamais tivesse possibilidade de explicar essa atração peculiar, Sullivan disse certa vez que na verdade podia ver os raios que o atacavam.

Às 3 horas da madrugada de 28 de setembro de 1983, Sullivan, já com 71 anos, deu cabo da vida com um tiro. Dois de seus chapéus de guarda-florestal, queimados nas copas, estão atualmente em exposição nos Guinness World Exhibit Halls, na cidade de Nova York e em Myrtle Beach, Carolina do Sul.
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Fonte: O Livro Dos Fenômenos Estranhos - Charles Berlitz

Uma premonição especial


Os desastres são, muitas vezes, precedidos por visões, sonhos, ou pesadelos que vaticinam o evento. Muitas dessas premonições acontecem durante o sono, porém a incrível visão da sra. Lesley Brennan ocorreu na Inglaterra, quando ela estava desperta, e veio pela televisão.

Na manhã do sábado, 12 de junho de 1974, o filme a que ela assistia pela televisão foi interrompido por um boletim especial, anunciando que uma explosão destruíra a Flixborough Nypro, indústria química próxima de sua casa e que produzia materiais usados na fabricação de náilon.

Informava ainda o boletim que várias pessoas haviam morrido. Por volta do meio-dia daquele mesmo sábado, duas amigas foram visitá-la, e ela perguntou se haviam ouvido falar sobre o acidente. Elas não sabiam de nada.

Ambas nem sequer haviam tomado conhecimento. Na verdade, a explosão ocorreu realmente às 16h53. O número de mortos chegou a 28, com muitos feridos. Quando ouviram a notícia pela televisão, as três mulheres a princípio pensaram que os comentaristas estivessem dando os detalhes de forma incorreta. Mas o jornal do dia seguinte indicou o verdadeiro momento da explosão.

Lesley Brennan não tinha explicação para o que sucedera. Talvez tenha caído no sono e sonhado com a transmissão jornalística. Independentemente do que possa ter havido, o fato é que ela contara a história do evento a duas amigas quase cinco horas antes de ele realmente ocorrer.
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Fonte: O Livro Dos Fenômenos Estranhos - Charles Berlitz

Visitantes extraterrestres

Os ocupantes de OVNIs normalmente podem ser classificados em duas amplas e distintas categorias - seres extraterrestres virtualmente indistinguíveis dos humanos em aparência e tamanho, e entidades "humanóides" que têm a pele verde, são homenzinhos de pernas curtas e finas, com grandes cabeças fetais e grandes olhos negros. Mas pode também haver uma terceira categoria. Vamos falar sobre.

Os seres bizarros que foram vistos perto de uma fazenda em Kelly, Kentucky, na noite de 21 de agosto de 1955, por oito adultos e três crianças. Esse assustador episódio começou quando o dono da casa, Billy Ray Taylor, entrou correndo afirmando que vira um disco voador com uma fumaça com as cores do arco-íris pousar em uma fossa, ali nas proximidades, com 12 metros de profundidade. Os outros riram a princípio. Em seguida o cachorro começou a latir.

Taylor e Lucky Sutton foram até a porta dos fundos, de onde puderam observar, assustados, que uma hedionda e estranha figura brilhante, vinda dos campos, aproximava-se. Aquela entidade prateada, de pouco mais de 1 metro de altura, tinha uma cabeça bulbiforme com orelhas enormes, pontiagudas, e braços compridos terminados em garras aguçadas que quase chegavam ao chão. Sutton e Taylor sacaram as armas e dispararam contra a criatura. Só que em vez de cair no chão, ela afastou-se dali.

De volta à sala de estar alguns minutos mais tarde, os homens disseram ter visto uma criatura similar e dispararam novamente. Tudo indicava que eles agora estavam cercados, pois, quando Taylor saiu de casa e foi até a varanda da frente para verificar os danos, outra entidade pulou sobre ele vindo do teto.

Pouco antes de meia-noite, as duas famílias entraram em seus carros e dirigiram-se apressadamente para Hopkinsville, pequena cidade próxima. A polícia voltou à fazenda, porém não encontrou indícios que confirmassem a história. No entanto, um dos policiais pisou no rabo de um gato no escuro e quase desencadeou um pânico fatal. Finalmente, por volta das duas da madrugada, a polícia foi embora.

As criaturas voltaram mais uma vez, segundo declarações do grupo. Mas, quando o sol finalmente nasceu, elas desapareceram para sempre.
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Fonte: O Livro Dos Fenômenos Estranhos - Charles Berlitz

O segundo testamento de James Chaffin

James L. Chaffin era um fazendeiro da Carolina do Norte, que morreu em 1921. Sua família ficou surpresa e deprimida quando soube dos termos de seu testamento. O velho deixara a propriedade da família a Marshall, o terceiro filho, deserdando completamente a mulher e três outros filhos. O testamento fora escrito diante das devidas testemunhas, em 1905.

Quatro anos mais tarde, James P. Chaffin, um dos filhos deserdados, começou a sonhar que o falecido pai queria conversar com ele. James via o fazendeiro ao lado da cama, vestido com seu velho casaco preto. Um dia aquela figura sobrenatural finalmente disse:

- Você encontrará o testamento no bolso de meu casaco - e desapareceu.

Chaffin ficou atordoado com o sucedido, porém achou que devia verificar a veracidade da informação do fantasma. Acontece que o casaco estava com outro irmão, e ele teve de ir à casa desse irmão, onde encontrou o casaco e rasgou-o nas costuras. Ali, escondido no forro de um bolso, havia um pedaço de papel em que estava escrito:

"Leia o capítulo vinte e sete do Gênese''.

Chaffin percebeu que estava seguindo uma pista que o levaria a algum lugar, e foi à casa de sua mãe acompanhado por várias testemunhas - às quais contou a história. A Bíblia não foi fácil de localizar, mas acabou aparecendo. O livro estava tão corroído, que caiu no chão em três partes quando o tocaram.

Thomas Blackwelder era uma das testemunhas, e foi ele que pegou a porção da Bíblia contendo o Livro do Gênese. Imediatamente descobriu que duas páginas haviam sido dobradas juntas, formando uma espécie de bolso. Quando o abriu, as testemunhas ficaram boquiabertas ao encontrar um testamento escrito à mão, datado de 1919. Tudo levava a crer que o falecido fazendeiro mudara de idéia, pois esse novo documento declarava à parte:

"Eu desejo, depois que meu corpo tiver recebido um enterro decente, que a pequena propriedade seja dividida por igual entre os quatro filhos, caso eles ainda estejam vivos no momento de minha morte, e que os bens pessoais e imóveis sejam partilhados com eqüidade. Caso eles não estejam vivos, quero que a parte de cada um seja dividida entre seus filhos. E, se mamãe estiver viva, vocês deverão tomar conta dela. Este é meu último desejo e meu derradeiro testamento".

Quando da descoberta desse testamento, Marshall Chaffin morrera e a propriedade era controlada pela viúva. Assim, James P. Chaffin levou o documento ao tribunal.

Várias testemunhas declararam sob juramento que o testamento de 1919 era verdadeiro e que fora escrito com a letra do fazendeiro falecido. A viúva de Marshall não tentou lutar na justiça, e a pequena propriedade foi devidamente redistribuída entre os herdeiros de James L. Chaffin.
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Fonte: O Livro Dos Fenômenos Estranhos - Charles Berlitz

Catoblepas


O catoblepas (do grego katôbleps, "que olha para baixo", em grego) é um animal mitológico, quadrúpede com uma cabeça grande e pesada. Seus olhos são vermelhos e injetados, e ele pode matar somente com o olhar. As suas costas têm escamas que o protegem. Plínio, o Velho, relata que ele vivia na Etiópia, perto das cabeceiras do Nilo.

Claudius Aelianus (Da Natureza dos Animais, 7.6) fornece uma descrição mais completa: trata-se de um herbívoro de tamanho médio, do tamanho de um touro doméstico, com uma juba pesada, olhos estreitos e injetados, lombo escamoso e sobrancelhas despenteadas. A cabeça é tão pesada que o animal só pode olhar para baixo. Sua respiração é tóxica, pois o animal só come vegetais venenosos. Se algo o ameaça, abre a boca e emite uma exalação pungente e infecta. Qualquer animal que a respire perde a voz e cai, vítima de convulsões fatais.

Esta curiosa criatura foi também descrita por Claudio Eliano, Leonardo da Vinci, Topsell e Flaubert.

O Padre Manuel Bernardes, fez a seguinte alusão ao monstro:

"Vem cá, Catoblepa dos olhos carregados, e focinho derribado sobre a terra, não basta a força de um Deus para os levantares e adora-lo?" (António Feliciano de Castilho, Padre Manoel Bernardes: Excertos, tomo I, Rio de Janeiro, 1865, p. 66).

O catoblepas é provavelmente uma visão fantasiosa do gnu ou do pangolim.

Fontes: Wikipédia; Fantastipédia.

Bunyip

Ilustração do lendário "bunyip" atacando uma aborígene (1890) - State Library of Victoria

Para os aborígenes da Austrália, o bunyip (cujo nome significa demônio na língua nativa) é um animal fantástico do tamanho de um bezerro que vive em lagos e poços do outback, o "interior australiano". Alimenta-se de seres humanos, dando preferência a mulheres. Seu grito pode fazer o sangue coagular. Acredita-se também que o bunyip cause doenças.

Do mesmo modo que o mapinguari brasileiro, não se sabe se o bunyip é apenas uma lenda ou um animal ainda não descoberto.

Algumas teorias apontam como sendo o Diprotodon, uma espécie de vombate (marsupial quadrúpede atarracado) gigante extinta há 50 mil anos, quando os humanos chegaram à Austrália.

No século XIX, era comum entre os colonos da Austrália a idéia de que o bunyip era um animal real, ainda não descoberto. A falta de familiaridade dos europeus com a fauna exótica do continente e com os sons que produz ajudaram a alimentar a lenda.
Gravura de 1935 de um Bunyip - Biblioteca Nacional da Austrália.

Em 1846, a descoberta de um crânio estranho (depois considerado como de um cavalo ou bezerro deformado) convenceu a muitos da realidade do bunyip e multiplicou os relatos de pessoas que diziam ter ouvido uivos perto de alguma lagoa ou visto formas escuras sob as águas e os esforços de exploradores que procuravam provas da existência do monstro, até que todo o continente foi detalhadamente explorado. Hoje, "Why search for the bunyip?" ("Por que procurar o bunyip?") é uma expressão idiomática australiana para se referir a um empreendimento impossível.

Especulações de criptozoologistas sugerem que o bunyip é a recordação transformada em mito de um animal grande e real que foi encontrado pelos primeiros aborígines a habitar o continente, por volta de 50.000 a.C., e depois se extinguiu, possivelmente o Diprotodon optatum, cujos fósseis são às vezes considerados pelos aborígines como "ossos de bunyip". Outros animais extintos que possivelmente coexistiram com os aborígines e poderiam ter inspirado o mito são o Procoptodon, animal semelhante ao canguru, mas de rosto redondo e com braços grandes, que podiam ser levantados acima da cabeça, e o crocodilo terrestre Quinkana.


Os gritos e uivos atribuídos ao bunyip por colonos ocidentais podem ser produzidos por vários mamíferos e aves, incluindo o gambá, o koala, o socó australiano (Botaurus poiciloptilus) e o alcaravão ou téu-téu australiano (Burhinus grallarius), que podem ser encontrados perto de lagos e pântanos, emitem sons assustadores e surpreendentes para seu tamanho. A coruja-ladradora (Ninox connivens), que também vive nesse ambiente faz sons que lembram uma mulher ou criança chorando, também foi responsabilizada por muitos desses sons.

Em regiões como a da bacia do rio Murray-Darling, a explicação mais provável para o bunyip é o leão-marinho australiano (Arctocephalus pusillus), que freqüentemente nadam rio acima durante as cheias e ficam presos nos billabongs quando as águas baixam. Muitos desses animais foram encontrados e capturados no interior, tão ao norte e longe do mar quanto em Canberra, perto de áreas onde se disse ter sido visto ou ouvido um bunyip.
Referências Editar

Fontes: Wikipédia; Fantastipédia.

Carroll A. Deering

Um dos mais famosos navios fantasmas da história, o Carroll Deering continua intrigando navegadores e gerando debates. A escuna foi encontrada próximo de Cabo Hatteras na costa da Carolina do Norte em 1921.

O Carrol A. Deering, uma escuna de cinco mastros construída em 1911, partiu do Rio de Janeiro em 2 de dezembro de 1920. O capitão, William Merrit e seu primeiro marinheiro e filho Sewall Merrit tinham uma tripulação de 10 escandinavos. Ambos acabaram adoecendo e o capitão W. B. Wormell foi recrutado como substituto.

Depois de deixar o Rio, o navio parou em Barbados para abastecer. O novo primeiro marinheiro, McLennan, ficou bêbado e queixou-se com um colega do capitão Wormell sobre sua incompetência em disciplinar a tripulação e incapacidade em conduzir o navio sem o auxílio de McLennam.

McLennam foi preso após cantar “Eu vou pegar o capitão antes de chegar a Norfolk, eu vou.” Wormell o perdoou e pagou sua fiança e assim zarparam de Barbados.

O navio não foi avistado até 28 de janeiro de 1921, quando um guarda farol foi saudado por um homem ruivo. O homem disse ao guarda farol com um sotaque estrangeiro que o Deering havia perdido sua Ancora mas o navio não foi capaz de transmitir sua mensagem devido um mal funcionamento do rádio.

Três dias depois o Carrol A. Deering foi encontrado encalhado em Diamond Shoals, ao largo de Cabo Hatteras. Uma equipe de resgate chegou ao navio em 4 de fevereiro. O que eles encontraram fez com que Deering entrasse para a história dos mistérios marítimos. Ele estava completamente abandonado, as toras e equipamentos de navegação haviam sumido, bem como dois dos botes salva vidas e a comida do dia seguinte estava meio preparada na cozinha.

Infelizmente o navio foi afundado com dinamite antes de uma investigação completa sobre o mistério. O desaparecimento da tripulação ocorreu no “triângulo das Bermudas” onde vários outros návios desapareceram no mesmo período e região, a investigação formal terminou em 1922 sem qualquer decisão oficial.

Fontes: Contos do Absurdo; Sobrenatural.

A maldição de Tutancâmon

Tutancâmon (ou Tutankhamon) foi um faraó egípcio que faleceu ainda na adolescência. Filho e genro de Akhenaton (o faraó que instituiu o culto de Aton, o deus Sol) e de Kiya (uma esposa secundária de seu pai), casou-se aos 10 anos, provavelmente com sua meia-irmã, Ankhesenamon.

Assumiu o trono aos doze anos, restaurando os antigos cultos aos deuses e os privilégios do clero (principalmente o do deus Amon de Tebas). Morreu em 1324 a.C., aos dezenove anos, sem herdeiros - com apenas nove anos de trono - "o que levou especialistas a especularem sobre a hipótese de doenças hereditárias na família real da XVIII dinastia", na opinião de Zahi Hawass, secretário-geral do Conselho Supremo de Antiguidades do Egito.

Devido ao fato de ter falecido tão novo, o seu túmulo não foi tão suntuoso quanto o de outros faraós, mas mesmo assim é o que mais fascina a imaginação moderna pois foi uma das raras sepulturas reais encontradas quase intacta.

Ao ser aberta, em 1922, ela ainda continha peças de ouro, tecidos, mobília, armas e textos sagrados que revelam muito sobre o Egito de 3400 anos atrás. Essa e a parte mais cabulosa da história, seu túmulo estava intacto, dai algumas especulações.

..."A morte abaterá com suas asas quem perturbar o sono do faraó". Esta frase foi encontrada no dia 22 de novembro de 1922, quando a equipe do arqueólogo Howard Carter decifrou os hieróglifos do portal do mausoléu do faraó Tutankamon, morto em 1346 a.C..

Coincidência ou não, sete anos depois 13 membros da equipe haviam morrido de forma inexplicável. Outras nove pessoas que tiveram contato com a múmia também estavam mortas.

A primeira morte aconteceu em abril de 1923. O Conde de Carnarvon, aristocrata inglês que acompanhou Carter e financiou a expedição, começou a agonizar em seu quarto, em Luxor, Egito. Os médicos atribuíram a febre alta a alguma moléstia provocada por picadas de mosquitos. Mas sua irmã, Lady Burghclere, ouvia o doente mencionar o nome Tutankamon em meio aos delírios: "Já entendi seu chamado... eu o seguirei".

O arqueólogo americano Arthur Mace, que havia ajudado Carter a destroçar os muros do mausoléu, teve um morte ainda mais fulminante, pouco tempo depois do falecimento de Carnavon. Por vários dias, ele se queixou de uma sensação fraqueza e prostração crescentes, perdendo a consciência em certos momentos. Morreu em um hotel, antes mesmo que os médicos pudessem arriscar um diagnóstico.

O arqueólogo Howard Carter

O milionário americano George Jay-Gould foi a outra vítima faltal. Ele esteve no sepulcro a convite de Carnarvon, que era um velho amigo, e morreu na tarde seguinte à visita, também atacado pela febre.

Archibald Douglas Reed, que desenrolou e radiografou a múmia, morreu com os mesmos sintomas ao retornar à Inglaterra, em 1924. O secretário de Howard Carter, Richard Bethell, foi encontrado morto em sua casa em Londres. Tinha boa saúde e ninguém entendeu a razão da morte.

No mesmo ano, em 1929, a viúva de lord Carnarvon, lady Almina, morreu em circunstâncias semelhantes às do marido.

A maldição do faraó Tutankamon entrou para a história como um dos fatos mais inexplicáveis que já desafiaram os arqueólogos. Muitos acreditaram em uma força sobrenatural. Isso porque encontraram vários textos no sepulcro que diziam, por exemplo, "Eu sou aquele que fez fugir os saqueadores dos túmulos com a chama do deserto. Eu sou aquele que protege o túmulo do faraó".

Outros já afirmavam que as mortes dos exploradores estrangeiros era mais do que justa, pois ele haviam realizado uma verdadeira pilhagem das riquezas do túmulo de Tutankamon.

Comentava-se, inclusive, que lady Evelyn, filha do conde, freqüentava festas em Londres ostentando as jóias encontradas no sepulcro. Além disso, seu pai montou uma imensa coleção de raridades egípcias. De acordo com os registros, o arqueólogo Carter encontrou 200 quilos de ouro maciço decorando o túmulo do soberano.
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Fonte: Demoniac Soul
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