sábado, 19 de março de 2016

Bernie Wrightson

Wrightson - 2006 Dallas Comic Con.
Bernard Albert "Bernie" Wrightson, nascido em 27/10/1948, Baltimore, Maryland, é um desenhista conhecido por suas ilustrações de terror e ficção científica publicadas em histórias em quadrinhos.

Começou a trabalhar em 1966 para o Baltimore Sun Journal como ilustrador. No ano seguinte, após um encontro com o artista Frank Frazetta em uma convenção de quadrinhos em Nova York, ele se inspirou para produzir suas próprias histórias. Em 1968, ele mostrou cópias de sua arte sequencial para a DC Comics para o editor Dick Giordano que ofereceu um trabalho de freelance.

Seu primeiro trabalho profissional de quadrinhos apareceu em House of Mystery Nº 179, em 1968. Ele trabalhou em uma variedade de mistério e títulos antológicos da DC e sua principal rival, a Marvel Comics.


Em 1971, com o escritor Len Wein, Wrightson criou o Muck criatura do Monstro do Pântano para DC. Ele também co-criou Destino, mais tarde se tornou famoso na obra de Neil Gaiman. Em 1974 ele havia deixado de trabalhar na DC Warren Publishing. Fez então revistas de horror em preto-e-branco, produziu uma série de trabalhos originais, bem como as adaptações das histórias de HP Lovecraft e Edgar Allan Poe.

Em 1975, se juntou com outros artistas entre eles Jeff Jones, Michael Kaluta, e Barry Windsor-Smith e formou o "The Studio", um “loft” compartilhado em Manhattan, onde o grupo iria fazer produtos criativos fora das restrições do mercantilismo dos quadrinhos. Embora ele continuasse a produzir a arte sequencial, Wrightson começou a produzir ilustrações para inúmeros cartazes, gravuras, calendários, e até mesmo livros para colorir. Fez durante sete anos cerca de 50 desenhos com bico-de-pena, ilustrações detalhadas para acompanhar uma edição do romance de Mary Shelley's Frankenstein, que o artista considera entre seus trabalhos o mais pessoal.

Wrightson desenhou o cartaz do filme Creepshow de Stephen King, assim como ilustrou a adaptação em quadrinhos do filme. Isso levou a várias outras colaborações com Stephen King, incluindo ilustrações para a novela Ciclo do Lobisomem, a edição restaurada do épico apocalíptico de horror The Stand, e também arte para as edições de capa dura de From a Buick 8 e Dark TowerV.

Wrightson contribuiu com as capas dos álbuns de várias bandas, incluindo Meat Loaf. O Captain Sternn do filme animado Heavy Metal é baseado no personagem criado por Wrightson para sua premiada série em quadrinhos de mesmo nome. Ele trabalhou em Homem-Aranha, Batman e The Punisher, e também pintou capas para a DC Comics entre muitos outros trabalhos. Os trabalhos recentes incluem City of Others e a próxima Dead She Said, ambos criados com o popular autor Steve Niles.

Suas ilustrações do gênero de horror atraíram milhares de fãs e o levou a trabalhar no cinema. Como um artista conceitual, Bernie já trabalhou em muitos filmes, principalmente no gênero horror. Bem conhecidos filmes incluem Ghostbusters, The Faculty, Galaxy Quest, Spider-Man, Land of the Dead de George Romero, e o de Stephen King, The Mist.


Fonte: Desenho, Pintura e Ensaios.

O Navio Maldito


Ainda no estaleiro, em fase final de construção, o cruzador nazista Scharnhorst emitiu um estranho grunhido e caiu de lado, esmagando mortalmente sessenta homens e causando sérios ferimentos em outros 110.

Na noite anterior ao dia de seu lançamento, o Schamhorst soltou-se de suas amarras e destruiu duas imensas barcaças, seguindo, sem tripulantes, do estaleiro para a água. Então, em uma de suas primeiras participações na guerra, uma torre blindada e rotatória explodiu, matando doze homens.

Já perto do fim da guerra, o pesado cruzador recebeu a incumbência de destruir comboios britânicos na área próxima à região setentrional da Noruega. Um comandante inglês, percebendo a presença de um navio nazista por perto, ordenou que seus artilheiros disparassem alguns tiros a esmo. O Scharnhorst foi atingido por um dos disparos e acabou destruído. O navio alemão emborcou e foi parar no fundo do mar, a 110 quilômetros da costa norueguesa.

Muitos de seus tripulantes morreram imediatamente, mas alguns poucos sobreviventes foram resgatados pelos ingleses. Dois outros conseguiram chegar a uma pequena ilha em um bote salva-vidas. Seus corpos só foram encontrados quatro anos depois, quando a guerra não passava de uma cruel lembrança. Aparentemente, o fogareiro a óleo deles explodira, matando-os instantaneamente.

A maldição do sinistro Scharnhorst os alcançara até mesmo na ilha.


Fonte: Livro «O Livro dos Fenômenos Estranhos» de Charles Berlitz

Os Estranhos Tektites


Nenhum cientista conseguiu explicar satisfatoriamente a existência dos tektites, estranhos glóbulos de rochas radioativas, semelhantes ao vidro, encontrados, entre outros lugares, no Líbano. De acordo com uma teoria defendida pelo dr. Ralph Stair, do U.S. National Bureau of Standards, os tektites podem ter vindo de um planeta destruído, cujos fragmentos atualmente orbitam entre Marte e Júpiter, como um cinturão de asteróides.

Outra teoria ainda mais surpreendente foi formulada por um matemático soviético conhecido como professor Agrest. Ele pondera que a composição dos tektites exige alta temperatura e radiação nuclear, levando em conta que nenhum dispositivo nuclear fora recentemente explodido no Líbano.

Mas o que dizer dos tempos bíblicos? Existe, afinal de contas, este curioso relato da destruição de Sodoma e Gomorra, registrado no Antigo Testamento, Gênesis, Capítulo 19, versículos 23, 24, 25, 26:

"Quando o sol se erguia sobre a terra, e Ló entrou em Segor, Iahweh fez chover, sobre Sodoma e Gomorra, enxofre e fogo vindos de Iahweh, e destruiu essas cidades e toda a planície, com todos os habitantes da cidade e a vegetação do solo. Ora, a mulher de Ló olhou para trás e converteu-se numa estátua de sal."

- A chuva de enxofre e fogo faz com que desconfiemos da ocorrência de uma nuvem em forma de cogumelo, resultante de uma explosão atômica - diz Agrest.


Mas quem, nos tempos bíblicos, poderia ter possuído armas atômicas? Para Agrest, só existe uma conclusão:

- Armas capazes de provocar tamanha destruição somente poderiam ter vindo do céu. Talvez tenhamos sido visitados por seres extraterrestres em um passado remoto - sugere ele -, embora jamais possamos saber, com certeza, enquanto os segredos da estrutura dos tektites não tiverem sido revelados.

A princípio essa hipótese parece absurda, mas basta uma leitura dos antigos livros sagrados dos hindus para perceber a semelhança na narração dos eventos trágicos daquela época com a deflagração da bomba atômica na Segunda Guerra Mundial.


Fontes: Livro «O Livro dos Fenômenos Estranhos» de Charles Berlitz; Rama na Vimana.

Paralisia do Sono: Você Já Teve?


Imagine acordar no meio da noite e perceber que você não pode mover nenhum músculo. Você não pode ver nada pois está escuro, mas você parece sentir a presença de algo estranho no quarto, próximo à sua cama – ou sobre seu peito, te sufocando.

Este fenômeno assustador é conhecido como paralisia do sono, e é mais comum do que parece.

Pesquisadores afirmam que saber como isso acontece ajuda a sentir menos pânico durante um episódio do distúrbio do sono. Como algumas pessoas não sabem, elas acreditam que algo sobrenatural está agindo sobre elas.

A paralisia do sono acontece quando o cérebro e os músculos do corpo se dessincronizam durante o sono, e a pessoa acorda durante o sono REM (movimento rápido dos olhos), fase do sono em que os sonhos são mais frequentes. Nessa fase, o cérebro libera duas substâncias chamadas glicina e GABA, que deixam os músculos paralisados. Ficar consciente antes do corpo “acordar” caracteriza a aterrorizante experiência, onde as pessoas não podem se mexer, falar ou gritar. A paralisia pode durar de alguns segundos até cerca de 5 minutos.

Estima-se que entre 5 a 60% das pessoas experimentam a paralisia do sono (essa enorme diferença se dá devido aos diferentes métodos de pesquisa).

Algumas pessoas tem episódios frequentes, enquanto outras só experimentam durante uma ou duas vezes na vida, enquanto outros nunca vivenciam a experiência. Felizmente, a paralisia do sono é inofensiva, desconsiderando o enorme pavor que a pessoa sente quando não sabe o que está acontecendo.

Muitas pessoas também vivenciam durante a paralisia do sono alucinações, sensação de falta de ar, uma presença malévola no quarto (que é explicada do cérebro ficar em um estado “hiper vigilante”, fazendo a pessoa temer muito um ataque), ou ainda acreditam que estão morrendo. Mais raramente, alguns episódios da paralisia são acompanhados de sentimentos de queda, flutuação ou a sensação de estar fora do corpo. Por isso, alguns cientistas propuseram essa condição como uma explicação para os relatos de abduções alienígenas e encontros fantasmagóricos.

Várias circunstâncias foram associadas a um aumento do risco de paralisia do sono. Estas incluem insônia e privação do sono, uma agenda de sono irregular, stress, uso excessivo de estimulantes, fadiga física, bem como certos medicamentos. Além disso, dormir na posição supina (barriga para cima) aumenta os riscos da paralisia do sono, segundo os pesquisadores.

A paralisia do sono certamente fica muito menos assustadora quando você realmente sabe o que está acontecendo.


Fonte: Acervo Noticias.com.br

Anna Göldi

Na foto, Cornelia Kempers interpreta Anna Göldi num filme de Gertrud Pinkus (1991)

Anna Göldi ou Anna Göldin (Sennwald, Suíça, 24/10/1734 — Glarona, Suíça, 13/06/1782) foi considerada a "última bruxa da Europa a ser executada".

Anna levava uma vida miserável. Nascida em uma família muito pobre, trabalhou como criada desde muito jovem. Ficou grávida solteira e foi desprezada quando descobriram que o bebê estava morto. Três anos depois, engravidou novamente e teve um menino cujo destino é desconhecido.

Anna mudou de emprego várias vezes até trabalhar como empregada na casa do médico, presidente de conselho, juiz e ministro de Johann Jakob Tschudi, pertencente a uma das mais ricas e influentes famílias do Cantão de Glarus. Depois de seis anos, foi então demitida e acusada de ser responsável pela doença de uma das crianças da família.

De acordo com as alegações, Anna teria enfeitiçado o leite das filhas de Tschudi com agulhas. Além disso, membros da família Tschudi testemunharam que uma das filhas teria repetidamente cuspido agulhas. Recaiu sobre Anna a culpa por enfeitiçar uma das meninas e ela foi formalmente acusada.

Sob tortura, Anna viria a admitir sua culpa por conjurar forças diabólicas. O conselho de Glarus condenou-a em 13 de junho de 1782 à morte pela espada. O veredito foi cumprido sem demoras e causou polêmica tanto na Suíça quanto na Alemanha.

Partindo de análises de fontes até então desconhecidas, o jornalista Walter Hauser chega à conclusão de que Anna Göldi provavelmente mantinha um caso com seu amo Johann Jakob Tschudi e teria sido inclusive estuprada pelo mesmo. Já que adúlteros confessos não tinham a permissão de assumir cargos políticos, Tschudi teria provavelmente resolvido se livrar de Anna Göldi e iniciado o processo de bruxaria, que viria a terminar com a execução de Anna.

No jornal Zürcher Zeitung, o atual NZZ foi publicada uma carta em forma de classificado emitido pelo Cantão de Glarus em 9 de fevereiro de 1782 na qual a suposta bruxa era procurada:

"O honorável Estado de Glarus, compromete-se por meio desta a pagar cem coroas reais de recompensa àquele que descobrir e trouxer à justiça Anna Göldi, abaixo descrita; através da presente as autoridades de mais alto posto e seus funcionários subalternos também são conclamados a ajudar de toda forma possível na apreensão deste pessoa; é de lembrar que ela cometeu o ato monstruoso de administrar incrivelmente uma porção de agulhas e outros objetos a uma inocente criança de oito anos de idade.

Anna Göldin, da comuna de Sennwald, pertencente ao bailiado da Alta Sax e Forstek, na região de Zurique, aproximadamente 40 anos de idade, de estatura grande e robusta, rosto redondo e rosado, cabelos e sobrancelhas negras, tem os olhos meio adoentados, que encontram-se geralmente avermelhados, sua aparência é abatida e fala dialeto sennwaldês, usa uma saia colorida à moda, uma camisa listrada azul com uma jaqueta azul de cordas, tschope damastênico cinza, meias brancas, uma capa negra, abaixo um chapelete branco e usa uma echarpe de seda preta. Data, 25 de janeiro de 1782. "Chancelaria de Glarus".


Fontes: "Última bruxa da Europa" é reabilitada; Wikipédia.
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